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A mostrar mensagens de Maio, 2017

You shall not pass!... Ou como depois de estarem cá fora, os nossos filhos podem trocar-nos completamente as voltas!

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Por estes dias, vi uma imagem no Facebook sobre a qual não pude deixar de escapar um sorriso... E aqui está ela:

Quantas de nós, durante a gravidez de nos primeiros meses após o parto, não tivemos conversas como as da imagem de cima? Num mundo perfeito, cor-de-rosa e utópico, tudo na maternidade corre como planeámos ou idealizámos durante a gravidez. Nada nos consegue trocar as voltas, o nosso bebé dorme a noite inteira desde que sai da nossa barriga. Nada de choros, cólicas nem vê-las! E quando chegar a altura da introdução da alimentação complementar, vamos ser umas mães do que perfeitas e vamos dar sempre toda a alimentação o mais caseira possível. Nada de cerelacs e afins para os nossos filhotes. E muito menos TV e coisas desse género que são o entretenimento mais fácil a que os pais podem recorrer quando estão desesperados com a casa em estado de guerra e não conseguem fazer nada. Somos todas mães em modo Gandalf... Papas industrializadas, canais Panda, Baby First e afins, you s…

O meu filho tem três anos mas vou já oferecer-lhe um avião particular!

Prendas. De todas as formas e feitios. Em quantidades astronómicas que a criança nem sequer tem tempo para brincar com tudo o que lhe deram... A muitos poucos dias do primeiro aniversário do meu baby, este é um assunto que não pode deixar de estar presente na minha mente. Numa sociedade cada vez mais (demasiado!) consumista e em que vejo mães preocupadas com que prenda material podem dar a uma criança de seis, sete ou oito anos, assusta-me e penso se estaremos a passar os valores correctos aos nossos filhos. Ou, pelo menos, se o estaremos a fazer da forma correcta... Obviamente que uma criança necessita de brinquedos, daqueles adequados à sua idade, para promover o seu desenvolvimento psíquico e motor. Não se lhe deve vedar a possibilidade de brincar pois as crianças são mesmo para isso: para brincar! Mas será que, ao estaremos sempre em busca do presente versão última bolacha do pacote, não lhes estaremos a transmitir que necessita sempre de estar em busca do último berro em objecto…

A primeira de muitas cartas para ti

Meu filhote, Escrevo-te esta carta a poucos dias do teu primeiro aniversário, no meu primeiro Dia da Mãe contigo fora da minha barriga. Escrevo-te esta carta agradecendo, primeiro do que tudo, teres-nos escolhido como pais. Poder cuidar de ti e abrir-te as portas para o mundo que nos rodeia é o acto de maior realização pessoal que eu poderia ter como mulher e como mãe. Os desafios permanentes da maternidade e as incertezas naturais de uma mãe de primeira viagem têm vindo a desvanecer-se a cada conquista tua. E isso não me poderia deixar mais grata por seres assim! Escrevo-te esta carta com o coração mais racional que é possível nesta data. Quiseste vir ao mundo antes do tempo, numa pressa só tua, que não me poderia ter deixado mais surpreendida e assustada ao mesmo tempo. Iria tudo correr bem? Estarias tu já preparado para enfrentar este mundo fora da barriga, tão diferente do teu mundo dentro do meu ventre? Coração de mãe sofre, principalmente quando os dias são feitos de surpresas …

Primeiro aniversário... Paparoca não pode faltar!

Em Março escrevi que já estava a tratar dos preparativos da festa de primeiro aniversário do meu pequeno baby. Nessa altura, escrevi sobre duas decisões importantes que é necessário tomar antes de iniciar os preparativos: qual o local da festa e o tema que vamos escolher.
Escolhido o local e o tema da decoração e feita a lista dos convidados com quem queremos partilhar esta data tão especial, chega ao momento de pensar nas comidinhas e bebidas que vamos ter e tomar uma outra decisão: deixar o espírito masterchef baixar em nós e dedicarmo-nos à cozinha e preparar tudo em versão homemade? Ou deixar a paparoca nas mãos de quem já está mais habituado do que nós a tratar destas festas? 
Pois bem... Este ponto aqui depende, à semelhança da escolha da decoração, do orçamento que decidiram dedicar a este dia. No entanto, seja feito em casa ou comprado fora, temos sempre de ter presentes alguns pontos como possíveis intolerâncias ou alergias alimentares, número e idade das crianças presentes,…

Porque os balanços também são precisos...

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Preciso de escrever como preciso de respirar. Pode não parecer assim quando abro o Blogger para escrever e me deparo com a realidade de que o último post foi escrito há precisamente um mês. Um mês inteiro que se passou desde divaguei sobre o quanto a relação entre mulheres pode ser complicada e nem sempre recheada de sinceridade
Não sou nova nestas andanças de blogosfera, escrita e posts... Não sou nova nesta coisa de partilhar pensamentos apenas porque nos apetece ou porque não temos uma outra forma de expor o que vai cá dentro de forma tão genuína como assim, escondidos por detrás de um perfil do Blogger. Tempos houve em que assinava posts sem quem me lia saber quem estava por detrás daquelas palavras que saiam mais ou menos em catadupa, uma ou outra vez entre-cortadas entre uma lágrima ou outra. Porque a vida é mesmo assim: nem sempre é cor-de-rosa 24 horas por dia e porque nem sempre o sol brilha com a mesma intensidade. Agora, neste cantinho em que escrevo como Happy Mom, algu…